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A Mente Alienígena — Philip K. Dick (Conto)

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A MENTE ALIENÍGENA Philip K. Dick Quieto, nas profundezas de sua câmara Theta, ouviu um som fraco e depois a sensivoz. – CINCO MINUTOS – De acordo – disse e se esforçou para sair do sono profundo. Tinha cinco minutos para ajustar o curso da nave, algo havia dado errado no sistema de autocontrole. Um erro seu? Não era provável, nunca cometia erros. Jason Bedford cometer erros? Jamais! Enquanto se dirigia cambaleante ao módulo de controle, viu que Norman, que havia sido enviado para divertí-lo, também estava acordado. O gato flutuava lentamente em circulos, dando pequenos golpes com as patas em uma lapiseira que alguem havia esquecido solta. Estranho, pensou Bedford. Achava que estaria inconsciente. Reviu as leituras do curso da nave. Impossível! Um quinto de parsec da direção de Sirio. Isso somaria uma semana na sua viagem. Com precisão reajustou os controles, depois enviou um sinal de alerta a Meknos III, seu destino. – Problemas? – Perguntou o operador meknosiano. A voz era se...

A Cidade no Mar — Edgar Allan Poe (Poema)

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A cidade no mar Edgar Allan Poe Olhai! a Morte edificou seu trono numa estranha cidade solitária por entre as sombras do longínquo oeste. Lá, os bons, os maus, os piores e os melhores, foram todos buscar repouso eterno. Seus monumentos, catedrais e torres (torres que o tempo rói e não vacilam!) em nada se parecem com os humanos. E em volta, pelos ventos olvidadas, olhando o firmamento, silenciosas e calmas, dormem águas melancólicas. Ah! luz nenhuma cai do céu sagrado sobre a cidade, em sua imensa noite. Mas um clarão que vem do oceano lívido invade os torreões, silentemente, e sobe, iluminando capitéis, pórticos régios, cúpulas e cimos, templos e babilônicas muralhas; sobe aos arcos escuros e esquecidos onde o granito se fecunda em flores; sobe aos templos magníficos, sem conta, onde os frios se enroscam e entretecem de vinhedos, violetas, sempre-vivas. Olhando o firmamento, silenciosas, calmas, dormem as águias melancólicas. Torreões e sombras tanto se confundem que é tudo como...

Big Father - HQ de Garcés (comic)

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— — — — — Fonte: Cimoc Especial nº10 - Nuevos Dioses, dez. 1990.

A Ilha dos Abençoados — Luciano de Samósata (Descrição)

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A 17th-century fictional portrait of Lucian of Samosata by the English painter William Faithorne. A ILHA DOS ABENÇOADOS Com cerca de 800 quilômetros de comprimento, no Oceano Atlântico. Terra de um povo que se veste de cor purpura com belas teias de aranha. Apesar de não terem corpo, conseguem mover-se e falar como os seres mortais. Tem a aparência de espíritos nus, cada um deles coberto por uma teia de aranha que lhes da forma ao corpo. A ilha e comprida e plana, governada por Radamantus, natural de Creta. A capital da ilha, também chamada Abençoada, foi construída em ouro com muralhas de esmeralda. Tem sete portas fabricadas a partir de uma unica peca de canela, e as estradas que atravessam a cidade são de marfim. Ha templos a todo o tipo de deuses, feitos de berilo e contendo altares elevados de ametista, usados para sacrifícios humanos: não...

Umbriel — Donald A. Wollheim (Cuento Corto)

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Umbriel Donald A. Wollheim Formulario de los archivos del Departamento de Navegación Interlunar del Gobierno de Oberon: En respuesta a las repetidas solicitudes de los ciudadanos con ansias espaciales respecto a por qué nuestras naves siempre evitan el segundo satélite del sistema de Urano, el documento siguiente es la evidencia. Se trata de un resumen del Informe de K´yaldiu, un pionero astronauta de varias generaciones atrás. "Mi nave se deslizó a través de la atmósfera de Umbriel sin grandes dificultades. Era mucho más espesa y cálida de lo que había experimentado con anterioridad. Después de aterrizar, mis instrumentos registraron una temperatura de 60 grados bajo cero Fahrenheit (valor terrestre). "Posé la nave sobre una superficie suave de césped verde (o así me pareció en mi primera ojeada por la helada escotilla). Después de desconectar los cohetes de propulsión, me dispuse a pisar tierra a fin de reclamar el territorio para Oberon..., siempre que no hubiera hab...

Galeria de capas Orson Scott Card

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Fotos no Goole+:  https://photos.google.com/u/0/album/AF1QipPC56EOpTYuJzLimEY8w2biHjuozc-ee3QFoCTk Orson Scott Card (24 de agosto de 1951, Richland, Washington), é um escritor de ficção científica e fantasia norte-americano. Foi o primeiro escritor a receber o prêmio Hugo e Nebula por dois anos consecutivos, graças aos seus romances da série Ender, O Jogo do Exterminador e Orador dos Mortos. Card é também conhecido pela novelização do filme "O Segredo do Abismo", de James Cameron. Orson morou no Brasil por dois anos quando era missionário voluntário da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. [wikipedia]

El Científico Y El Monstruo — Miniconto de Gahan Wilson

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El Científico Y El Monstruo  Gahan Wilson   Un científico emprendió la difícil tarea de construir y dar vida a una nueva clase de ser humano superior. Imaginaba que su creación sería un ejemplo para el resto de los hombres, a quienes enseñaría el camino hacia una vida mejor, de progresos y, posiblemente, de paz sobre la Tierra. Desafortunadamente, a pesar de tener las mejores intenciones, el científico erró seriamente en uno o dos puntos cruciales y economizó tal vez demasiado en los materiales. El decepcionante resultado sólo puede ser descrito como un monstruo. El científico, que se había escondido cuando el monstruo comenzaba a despertar, espiaba consternado, mirando cómo la criatura se tambaleaba explorando el laboratorio. La cosa era horrible, y el científico se sentía terriblemente culpable por haberla construido. «¿Qué derecho tenía yo para jugar a ser Dios y traer a esta pobre y retorcida criatura a una existencia de sufrimiento?», se preguntaba. A través d...

James Blish Biblioteca

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Livros: 2018, Rumo Ao Infinito - James Blish.epub 250 seculos apos__ - James Blish.mobi 250 seculos apos__ - James Blish.epub James Blish - Grupo Galactico (cuentos).pdf James Blish - Sementes Estelares.pdf James Blish 250 Seculos Apos.pdf Tension superficial - James Blish.epub Un caso de conciencia - Blish, James.epub Link:  http://minhateca.com.br/Herman.Schmitz/Marcianos.Cinema/Autores/James+Blish

Galeria de Capas James Blish

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Galeria de capas no Goole+:  https://photos.google.com/u/0/album/AF1QipOX-ZlGAruYQEFt6bWBYhLaA1_0GkK9fMAHCsMs Blish, James (1921–1975) James Blish has long been acknowledged as one of the major writers in science fiction, his stature almost rivaling that of Robert A. HEINLEIN, Isaac ASIMOV, and Arthur C. CLARKE. He was noted for his critical essays as well as his fiction, as an editor, and unfortunately, toward the end of his career, for his novelizations of the original Star Trek series. Although he was an American citizen, he relocated to England in 1969 and remained there until his death a few years later. Blish had a wide variety of interests, including metaphysics and music, that are sometimes mirrored in his fiction, and he edited the newsletter of the James Branch Cabell Society. His career as a writer extended over nearly 40 years and includes several acknowledged genre classics.

O Escritor de Ficção Científica descrito por sua esposa (Fredric Brown)

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O Escritor de Ficção Científica descrito por sua esposa por Elizabeth Brown Apresentação à coletânea Paradoxo Perdido   de Fredric Brown Fred detestava escrever. Mas gostava muito de ter escrito. Era capaz de entregar-se a toda espécie de atividade só para retardar o momento em que finalmente tinha de sentar-se à máquina: espanava a mesa, tocava flauta, lia um pouco, tornava a tocar. Ou, se residíamos numa cidade em que não houvesse carteiro, iria pessoalmente ao Correio buscar a correspondência, e, de caminho, convidava alguém para uma partida — às vezes duas ou três — de xadrez ou cartas. Quando finalmente voltava para casa, decidia já ser tarde demais para dar início ao trabalho. Após dias dessa prática, sua consciência acabava por doer. Era então que se entregava efetivamente ao trabalho, produzindo algumas linhas, ou mesmo páginas inteiras. Fosse como fosse, os livros aí estão escritos. Não era autor prolífico. Em média, enchia três páginas por dia. Às ve...

John Wyndham — Galeria de Capas

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Galeria de fotos de capas de John Wyndham no Google+  https://plus.google.com/u/0/photos/103998711237758699926/albums/6133130200771557569 Wyndham, John (1903–1969) John Wyndham Lucas Parkes Beynon Harris wrote under various combinations of his names, although almost everything after 1945 was as John Wyndham. He began writing science fiction in the 1930s, mostly traditional space adventures and tales of superscience. The Secret People (1935) is a mildly interesting lost race novel. Efforts to irrigate the Sahara cause trouble when they stir up the residents of a subterranean race that has been hiding from the surface world for thousands of years. Stowaway to Mars (1935, also published as Planet Plane and as The Space Machine) is a routine story of the political and commercial rivalries involved in the race to be the first to reach the planet Mars. The story is primarily of interest because Wyndham included a female character who was not relegated to the category of helpless ...

À Nossa Frente, o Wub — Philip K. Dick (Conto Completo)

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À Nossa Frente, o Wub, por Philip K. Dick (Tradução de João da Silva) "O negligente wub poderia bem ter dito: muitos homens falam como filósofos e vivem como tolos." Haviam quase terminado com a carga. Lá fora restava o Optus, seus braços cruzados, a cara fechada. O capitão Franco desceu descontraído a plataforma de carga, sorrindo. “Qual o problema?” ele disse. “Vocês estão sendo pagos por isso tudo.” O Optus não disse nada. Virou-se, juntando sua capa. O capitão pisou na beirada dela. “Só um minuto. Não vá ainda. Eu não terminei.” “Oh?” o Optus se virou, com dignidade. “Estou voltando à aldeia.” Ele olhou para os animais e pássaros sendo empurrados para a plataforma de carga, para dentro da espaçonave. “Preciso organizar novas caçadas.” Franco acendeu um cigarro. “Por que não? Vocês podem ir lá no sertão e caçar isso tudo de novo. Mas quando nós estivermos a meio caminho entre marte e a terra –“ Sem dizem uma palavra, o Optus se foi. Franco se juntou ao trip...

Belen (Nelly Kaplan) - Yo Os Saludo, Maridos (cuento corto)

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Belen (Nelly Kaplan) - Yo Os Saludo, Maridos Desde hace ya milenios, vivimos nuevamente bajo el régimen del matriarcado. Las mujeres han ganado la partida. Y la han ganado por completo. Estamos pagando acerbamente su antigua servidumbre. Nosotros, los hombres. Y esto dura desde hace milenios. Sin embargo, a veces tengo la esperanza de un cambio. En la historia de este mundo, los días se siguen y no se parecen. Y es en los libros de historia donde busco un motivo de esperanza. Soy en efecto uno de los muy pocos hombres que gustan aún de la lectura. Durante los largos días que paso recluido en la morada que me ha sido asignada, leo las obras de los antiguos. Incluso las comprendo. Parece que, pese a mi condición, mi inteligencia se halla por encima de la media. Es sin duda por esta razón por lo que ellas me vigilan con una insistencia muy especial. Pero esto no me impide devorar obras que, en destellos, me revelan lo que era el mundo en un lejano pasado, mucho antes del matriarcado....

Análise do conto Um Som de Trovão de Ray Bradbury

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Um Som de Trovão Um conto e suas transformações: ficção científica e História  (Publicado na Revista Tempo, Rio de Janeiro, nº 17, pp. 129-151, 2004) Ciro Flamarion Cardoso (Professor Titular do Departamento de História da UFF) 1. Considerações teórico-metodológicas  Estudaremos, neste artigo, um conto de ficção científica de autoria de Ray Bradbury, “Um ruído de trovão”, escrito em 1952, bem como diferentes transcodificações suas, ocorridas em 1954 (história em quadrinhos), 1989 (episódio de série de TV) e 1993 (nova história em quadrinhos). Os referenciais temáticos centrais tanto do conto quanto de suas transcodificações são, por um lado, o tempo ou, mais exatamente, a estrutura do tempo e sua possível transformação; por outro, uma preocupação política com o perigo de um regime democrático poder descambar, ao que parece com rapidez e sem grande dificuldade, para uma ditadura da pior espécie. Visualizar on-line aqui:  http://pt.slideshare.net/hermanschm...

A Alimentação no Futuro - Faith Popcorn e Adam Hanft

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Pensando no Futuro da Alimentação Haverá um tempo, onde os biscoitos pré-assados, em segundos, saem do micro forno, quentes, caramelizados e prontinhos para comer e exalando o aroma do forno da vovó. A carne do futuro será o charque. Um cubo mais ou menos marmorizado e avermelhado.  Alguns ricos, esnobes, comerão somente aves pastoreadas, vindas de rebanhos artesanais de galináceos com uma dieta seletiva de orgânicos. Teremos os bares de comida, onde se pagará para se estar em torno de uma grande mesa de comida, na boa companhia de desconhecidos, como na 'távola redonda'. Todas as comidas terão uma pitadinha de DIM (diidolimetano) esse fitonutriente naturalmente presente somente no brócolis, na couve-flor e na couve-de-bruxelas, que estimula a produção de enzimas que controlam a produção das outras enzimas que controlam a produção do estrogênio, o que reduzirá as TPMs, as menopausas e uma série de cânceres, além de baixar o nível do mau-estrogênio, notoriamente responsável...

Cuidado con el Perro — Gahan Wilson

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Cuidado con el Perro Gahan Wilson Hubo una vez un vendedor de enciclopedias que no hizo caso de un cartel que decía: «CUIDADO CON EL PERRO» y fue hasta el porche de una bonita casa para tocar el timbre. La puerta de la casa se abrió, y el vendedor fue recibido inmediatamente por un hombre de baja estatura y afable expresión en el rostro, quien le condujo directamente a la sala y sin mediar palabras, le sirvió el té con galletas. Algo sorprendido, el vendedor describió los múltiples méritos de la enciclopedia y enumeró las muchas ventajas que obtendría automáticamente la persona que tuviera la suerte de poseer todos los tomos. El hombre de baja estatura, que llevaba un batín largo, zapatillas y guantes, siguió sin pronunciar una sola palabra, pero escuchó con evidente y halagador interés. Al final, asintió firmemente con la cabeza, entregó al vendedor un cheque firmado por la cantidad íntegra, y se quedó, sin más trámites, con todos los tomos de la enciclop...

Descrições de catástrofe em 'A Ameaça do Fundo do Mar' de John Wyndham

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Wyndham foi sem dúvida inspirado por Wells no seu segundo romance, A Ameaça do Fundo do Mar (Kraken Wakes no original e Vivos: 20% em Portugal), outra obra pós-apocalíptica em que a Terra é invadida por extraterrestres, tal como em A Guerra dos Mundos. Neste caso, trata-se de uma invasão à escala mundial que começa a partir do mar, com os invasores a usarem os oceanos, mudanças climáticas e subida do nível do mar como armas. Seguimos a história pelos relatos de um casal de jornalistas britânicos que seguem os acontecimentos desde o início e são testemunhas de como os governos a nível mundial são incapazes de lidar com os acontecimentos com os quais são confrontados. (...) Muita gente notou o verão frio e enevoado da Inglaterra naquele ano, porém era mais com um sentimento de resignação do que de surpresa. Na verdade, a consciência mundial pouca importância deu ao aumento do nevoeiro em diversas partes do mundo até os russos mencionarem o fenômeno. Uma nota de Moscou...

A ficção científica e o futuro

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A ficção científica descreve o futuro não no sentido de fazer adivinhações, entenda o porquê. A ficção científica e o futuro Quando ouvimos falar de ficção científica o primeiro que normalmente ocorre é se pensar em algo que acontecerá no futuro. É inegável que a maioria das histórias de FC são ambientadas no futuro, e a técnica mais comum é a da extrapolação científica de determinados processos atuais. Por exemplo, extrapolando a ideia dos carros com a dos aviões pode-se facilmente imaginar um futuro com carros voadores. Extrapolações com a medicina pode levar a um futuro onde as pessoas seriam quase imortais. Todas as atividades humanas são passíveis dessas predições augurais do futuro, entretanto isso não é ficção científica, mesmo que no início do gênero tenha sido bastante utilizadas essas descrições das “maravilhas do futuro”, hoje a FC já não pretende mais adivinhar o futuro, nem mesmo antecipar um estado da humanidade no sentido mais restrito, mas sim, es...

Y enseñar locamente — Lloyd Biggle, Jr. Um conto para professores.

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Um conto sobre a educação à distância no futuro. Embora um pouco simplista no formato é bem interessante por tratar de um tema bastante atual no momento em que proliferam as universidades virtuais. Y Enseñar Locamente Lloyd Biggle, Jr. La señorita Mildred Boltz juntó ambas manos y exclamó: —¡Qué escuela más encantadora! Esplendía deliciosamente bajo el brillante sol de la mañana como oasis en delicado blanco y azul, como una gema entre las indescriptibles torres y cúpulas de aquel complejo metropolitano. Pero pronto modificó su opinión. La forma del edificio era cuadrada, utilitaria y fea. Sólo su color era hermoso. El conductor del taxi aéreo murmuraba para sí porque había tomado una ruta equivocada perdiendo su turno. Se volvió rápidamente preguntando: —¿Cómo dice? —La escuela —contestó la señorita Boltz—. Tiene un color encantador.