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Mostrando postagens de 2014

Michael Moorcock Galeia de Capas

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Moorcock, Michael (1939– )  No Google+:  https://plus.google.com/u/0/photos/103998711237758699926/albums/6095338993783011841 Michael Moorcock has had enough careers in the world of publishing for several people. He is one of the most respected fantasy novelists, creator of Elric of Melnibone and the Eternal Champion under various other guises, and has written mainstream novels and spy thrillers. In science fiction, he has written everything from space opera and pastiches of Edgar Rice BURROUGHS to finely crafted and serious work, including Hugo and Nebula Award winners. He edited New Worlds Magazine for several years and was one of the major figures in the British New Wave movement, which helped provide a forum for the experimental work of J. G. BALLARD, Langdon Jones, Thomas DISCH, and other writers of that period. His JERRY CORNELIUS SERIES is the best-known example of the innovative and nontraditional writing styles associated with the New Wave movement; that series, ...

TERRASSOL — Lançamento em Londrina 17-12-14

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Convite    Convido a todos os que estiverem na cidade de Londrina-PR no dia 17, uma quarta-feira de dezembro as 20:30, para o lançamento do meu primeiro livro de contos de ficção científica Terrassol.      A coletânea de contos TERRASSOL é diversão garantida para todos os públicos, não apenas para os apreciadores de ficção científica. Mas, como em toda obra maior desse gênero, não deixa de instigar sérios questionamentos sobre os caminhos da ciência, o progresso materialista e o futuro da sociedade e do indivíduo. Montada no formato de um longo dossiê alienígena com o que restou das lendas, das crônicas, dos documentos oficiais e dos escritos poéticos da única espécie dita inteligente de Terrassol.  Os contos são narrados com bom humor e com precisão científica em quanto às leis e as teorias vigentes, ampliando com isso o seu escopo, pois a obra passa a ter também um caráter didático e de divulgação científica.     Nestes vinte e cin...

Galeria de Capas — Isaac Asimov

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Álbum no Google+:  https://plus.google.com/u/0/photos/103998711237758699926/albums/6091006133773009665 Isaac Asimov (em russo: Исаак Юдович Озимов; transl.: Isaak Yudavich Azimov; Petrovichi, ca. 2 de janeiro de 1920 — Nova Iorque, 6 de abril de 1992), foi um escritor e bioquímico americano, nascido na Rússia, autor de obras de ficção científica e divulgação científica. Asimov é considerado um dos mestres da Ficção Científica e, junto com Robert A. Heinlein e Arthur C. Clarke, foi considerado um dos "três grandes" da ficção científica. A obra mais famosa de Asimov é asérie da Fundação, também conhecida como Trilogia da Fundação, que faz parte da série do Império Galáctico e que logo combinou com sua outra grande série dos Robots. Também escreveu obras de mistério e fantasia, assim como uma grande quantidade de não-ficção. No total, escreveu ou editou mais de 500 volumes, aproximadamente 90 000 cartas ou postais, e tem obras em cada categoria importante do sistema de cla...

Neandertal — Poema de Marijane Allen

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Reconstrução de um grupo Neandertal Johannes Krause, Neandertal group by Atelier Daynes, Paris, France. In: Museum of the Krapina Neanderthals, Krapina, Croatia. NEANDERTAL Marijane Allen "Vejam que exemplar intrigante..." Ao vê-lo, eu me pergunto o que aconteceu quando os seus profetas não encontraram nenhum futuro previsível. Eu me pergunto o que ele viu quando o esquecimento o atingiu como os ventos gelados. Quê inferno levou-o às cavernas de Dussel para ali morrer, possuído de uma fome insaciável? Que fome de amanhã poderia ter aquela raça caminhando para a morte em uma estrada de aberrações? Mancando desajeitadamente para a extinção porque o Criador esqueceu algum detalhe desconhecido para nós. "Intrigante exemplar..." Raça sem futuro, me pergunto o que ela viu. In Apeman, Spaceman. Ed. Leon E. Stover, Harry Harrison. Penguim Books, 1979. Tradução: Herman Schmitz

Herman Schmitz convida para o lançamento de TERRASSOL

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ATRITO ARTE orgulhosamente convida para o lançamento de TERRASSOL de HERMAN SCHMITZ 17 de dezembro de 2014, 20h30 Na Vila Cultural Cemitério de Automóveis Rua João Pessoa, 103-A A coletânea de contos TERRASSOL é diversão garantida para todos os públicos, não apenas para os apreciadores de ficção científica. Mas, como em toda obra maior desse gênero, não deixa de instigar sérios questionamentos sobre os caminhos da ciência, o progresso materialista e o futuro da sociedade e do indivíduo. Montada no formato de um longo dossiê alienígena com o que restou das lendas, das crônicas, dos documentos oficiais e dos escritos poéticos da única espécie dita inteligente de Terrassol. Os contos são narrados com bom humor e com precisão científica em quanto às leis e as teorias vigentes, ampliando com isso o seu escopo, pois a obra passa a ter também um caráter didático e de divulgação científica. Nestes vinte e cinco contos de Terrassol, estão presentes diversas ciências, começando pela realidad...

Tubo digestivo abajo y al cosmos con mantra, tantra, y lluvia de estrellas - Robert Sheckley (Cuento)

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Tubo digestivo abajo y al cosmos con mantra, tantra, y lluvia de estrellas Robert Sheckley Según nos dicen, la experimentación con drogas psicodélicas ha abierto todo un nuevo campo de exploración al hombre: el universo interior, es decir el que existe en su propia mente. Pero es bien sabido que los mensajes facilitados al cerebro por los sentidos bajo los efectos de estas drogas van deformados... aunque, ¿quién sabe si esas sensaciones deformadas no serán la realidad, que no perciben los sentidos en su estado normal? -¿Pero tendré realmente alucinaciones? -preguntó Gregory. -Como ya te he dicho, te lo garantizo -le contestó Blake-. Ya deberías estar empezando. Gregory miró a su alrededor. La habitación era desconsoladora y tediosamente familiar: una estrecha cama azul, un armario de nogal, una mesa de mármol con base de hierro forjado, una lámpara de dos cabezas, una alfombra color rojo y un aparato de televisión marrón claro. El estaba sentado en un sillón tapizado. Frente a él,...

El elefante - Slawomir Mrozek (Cuento)

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El elefante - Slawomir Mrozek Slawomir Mrozek es un renombrado autor teatral, uno de los más conocidos fuera de las fronteras de su país, Polonia. Entre sus obras cabe destacar Tango y El policía, que han conocido un gran éxito mundial y han sido representadas también en los escenarios de nuestro país. Como narrador, Mrozek se apunta a la fantasía y al humor absurdo, siendo comparado en algunos aspectos al checo Kafka. En El elefante, que da título a uno de sus más conocidos volúmenes de cuentos, Mrozek critica, en clave de ácido humor, el acientifismo crónico de nuestros más sesudos estamentos científicos. El director del Jardín Zoológico ha demostrado ser un advenedizo. Consideraba a sus animales simplemente como peldaños en la escalera de su propia carrera. Era indiferente a la importancia educativa de su establecimiento. En su Zoo la jirafa tenía un cuello corto, el tejón no tenía madriguera y los silbadores, habiendo perdido todo interés, silbaban rara vez y con cierta...

Galeria de capas — L. Sprague de Camp

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Galeria de Capas no Google+:  https://plus.google.com/u/0/photos/103998711237758699926/albums/6085832823799757297 Lyon Sprague de Camp (November 27, 1907 – November 6, 2000) was an American writer of science fiction, fantasy, non-fiction and biography. In a career spanning 60 years, he wrote over 100 books, including novels and works of non-fiction, including biographies of other fantasy authors. He was a major figure in science fiction during the genre's heyday in the 1930s and '40s.

Galeria Ed Emshwiller

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Galeria completa no Google+:  https://plus.google.com/u/0/photos/103998711237758699926/albums/6082733277006795473

Ilustradores da FC - ED EMSHWILLER (bio)

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ED EMSHWILLER (1925-1990) Edmund Alexander Emshwiller was born February 16, 1925 in Lansing, Michigan. His father was Errol Emshwiller, born 1896 in Indiana. His mother was Susie MacLellan, born 1895 in Michigan. His parents were married in 1923. He was firstborn of their two children. His little brother Mac Lellan Emshwiller was born in 1928. His father was a veteran of WWI and a teacher at a local college, the Ferris Institute. They lived at 409 Marion Street in Big Rapids City, Michigan. By 1940 his family had moved to Richmond, Virginia, where his father had been hired to work at the U. S. Patent Office. They lived at 1510 Laburnum Avenue. He attended high school and on June 25, 1943, when his Junior semester was over, he enlisted for military service in WWII. His occupation was listed as motion picture projectionist. After the war he attended college and graduated in 1948. He went to Paris in 1949 and studied for one year at the Ecole des Beaux Arts. He created a few covers for ...

Cordwainer Smith Biblioteca

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http://minhateca.com.br/Herman.Schmitz/Marcianos.Cinema/Autores/CordWainer+Smith

Cordwainer Smith Y La Ciencia Ficción

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CORDWAINER SMITH Y LA CIENCIA FICCIÓN Hace treinta años publiqué un cuento en una revista llamada Fantasy Book. En realidad era sólo medio cuento (se trataba de una colaboración con Isaac Asimov, titulada Little Man on the Subway), y en realidad Fantasy Book era sólo media revista, ya que no duró demasiado ni llegó a un vasto público. Ni siquiera a mí me habría llegado de no haber sido un colaborador, o medio colaborador. Pero, qué diablos, contenía algunos cuentos buenos, y el mejor era uno titulado "Los observadores viven en vano", de un autor llamado Cordwainer Smith. ¿Cordwainer Smith? ¡Un cuerno! Enseguida me pregunté quién se escondía detrás de ese nombre. Henry Kuttner jugaba al escondite con los pseudónimos en aquella época, y también Roben A. Heinlein. Y la excelencia y la originalidad de "Los observadores viven en vano" eran dignas de cualquiera de los dos. Pero no seguía el estilo, o ninguno de los estilos, que yo asociaba con ellos. Además, lo neg...

Cordwainer Smith Gallery

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Galeria de Capas no Google+:  https://plus.google.com/u/0/photos/103998711237758699926/albums/6080483273746300353 La personalidad y la obra misma de Cordwainer Smith hacen de LOS SEÑORES DE LA INSTRUMENTALIDAD un caso único en la historia de la ciencia ficción. El conocimiento profundo que el autor tenía de la cultura china impregna inevitablemente el estilo de su producción literaria, en la que, según los expertos, se refleja claramente el intento de trasladar a la ciencia ficción la narrativa china y su particular estructura. Así, los relatos se presentan a modo de fábulas, como historias contadas con la distanciación y el estilo de un narrador que está implicando hechos antiguos, de los que se da por supuesto que existe cierto conocimiento genérico y al mismo tiempo, la suficiente curiosidad por los detalles. A este respecto el inicio de NORSTRILIA es claramente paradigmático: La historia es simple. Érase un chico que compró el planeta Tierra. El chico fue a la Tierra, con...

C.S. Lewis Galeria de Capas

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Galeria Aqui:  https://plus.google.com/u/0/photos/103998711237758699926/albums/6078262602187282833 Clive Staples Lewis, mais conhecido como C. S. Lewis (Belfast, 29 de novembro de 1898 – Oxford, 22 de novembro de 1963), foi um professor universitário, teólogo anglicano, poeta e escritor britânico, nascido na Irlanda, atual Irlanda do Norte. Destacou-se pelo seu trabalho acadêmico sobre literatura medieval e pela apologética cristã que desenvolveu através de várias obras e palestras. É mais conhecido por ser o autor da famosa série de livros infanto-juvenis As Crônicas de Nárnia, em sete volumes, pela qual recebeu inúmeros prêmios — incluindo a renomada medalha de Carnegie.

O Pequeno Ser Prateado — Conto Completo de Roberto Schima

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O Pequeno Ser Prateado Roberto Schima    Faz muito tempo...    A memória, principalmente com o avançar da idade, é capaz de pregar-nos muitas peças, distorcer alguns fatos, suprimir muitos outros, misturar sonho à realidade. Entretanto, aquele acontecimento em particular, quando eu tinha dezessete anos, jamais me esqueci; senão em todos os seus detalhes, pelo menos no essencial. Está vivo dentro de meu coração, de minha alma, como se tivesse acontecido agora há pouco. Porém, já se passaram trinta e cinco anos... Trinta e cinco! Uma vida inteira praticamente... como uma canção distante ou um abismo profundo. Todavia, aquilo que ocorreu foi a ponte, o meu elo atual com aquele “eu” deixado para trás em uma eternidade de tempo. Foi o abismo devolvendo seu olhar para mim, sobre todos nós.    Atrever-me-ei a encará-lo novamente?    Ainda me recordo daquele brilho de obsidiana no terreno côncavo. Os cheiros incinerados partindo da mata. A gritar...