Estrelas, o meu destino - Alfred Bester - Prólogos Imortais da Ficção Científica
Estrelas, o meu destino Alfred Bester PRÓLOGO Foi uma Idade de Ouro, uma época de grandes aventuras, de vidas frenéticas e mortes violentas... mas ninguém pensou nisso. Era um futuro de fortunas e roubos, pilhagens e pilhagens, cultura e vícios... mas ninguém admitia isso. Foi uma época de posições extremas, um século fascinante de esquisitices... mas ninguém gostou. Todos os mundos habitáveis do sistema solar estavam ocupados. Três planetas, oito satélites e onze mil milhões de pessoas preencheram uma das eras mais interessantes alguma vez conhecidas e, no entanto, as mentes ainda ansiavam pelos velhos tempos, como sempre. O sistema solar era um formigueiro de actividade... lutando, alimentando, procriando, aprendendo as novas tecnologias que surgiram quase antes de as antigas terem sido dominadas, preparando-se para a primeira exploração das estrelas distantes do espaço profundo; mas… “Onde estão as novas fronteiras?”, gritaram os românticos, sem saber que a fronteira da mente se abr...