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Richard Matheson - Soy Leyenda (graphic novel)

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Richard Matheson - Soy Leyenda (Eu Sou a Lenda) Graphic Novel - Adaptação de Steve Niles e Desenhos de Elman Brown  LER AQUI: http://issuu.com/hermanschmitz4/docs/richard_matheson_-_soy_leyenda__gra  

Isaac Asimov - Seleção de contos adaptados e ilustrados por Fernando Fernandes

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Seleção de contos de Isaac Asimov, adaptados e ilustrados por Fernando Fernandes. Ler agora: http://issuu.com/ hermanschmitz4/docs/ isaac_asimov_-_colecci__n_d e_cuento

George Orwell - 1984 (Capas)

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Nineteen Eighty-Four (em português: Mil Novecentos e Oitenta e Quatro ou 1984) é um romance distópico clássico do autor inglês Eric Arthur Blair, mais conhecido pelo pseudônimo de George Orwell. Terminado de escrever no ano de 1948 e publicado em 8 de junho de 1949, retrata o cotidiano de um regime político totalitário e repressivo no ano homônimo. No livro, Orwell mostra como uma sociedade oligárquica coletivista é capaz de reprimir qualquer um que se opuser a ela. Abra aqui:  https://plus.google.com/photos/103998711237758699926/albums/5947252314663793425?banner=pwa&sort=1

Brian W. Aldiss - Galeria de Capas

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Brian Wilson Aldiss (Norfolk, 18 de agosto de 1925) é um escritor inglês de ficção científica. Grandemente influenciado pelo pioneiro de ficção científica H. G. Wells, Aldiss é o vice-presidente da H. G. Wells Society. Seu conto Super-Toys Last All Summer Long serviu de base a Stanley Kubrick e Steven Spielberg para o roteiro do filme A.I. - Inteligência Artificial. Confira aqui algumas capas dos seus livros: https://plus.google.com/photos/103998711237758699926/albums/5944997591321098065?banner=pwa E no Pinterest:  http://www.pinterest.com/hermanschmitz/brian-aldiss-gallery/

Jack Kirby - 2001: A Space Odyssey - HQ Marvel

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Ler Aqui: http://issuu.com/hermanschmitz/docs/2001_a_space_odyssey_-_official_mar

Edgar Allan Poe - 4 Contos ilustrados por Richard Corben

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Ler aqui: http://issuu.com/hermanschmitz/docs/edgar_allan_poe_-_4_contos_ilustrad

C.M. Kornbluth - Dominós (Conto)

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DOMINÓS C. M. Kornbluth Dinheiro! - gritou-lhe sua mulher. - Você está se matando, Will. Arranque-se a esse mercado e vamos para algum lugar onde possamos viver como seres humanos. . . Ele bateu a porta do apartamento sobre as censuras dela e fez um esgar, de pé, sobre o corredor atapetado, sentindo a pungência de uma úlcera atravessar-lhe o corpo. A porta do elevador abriu-se, e o ascensorista disse, sorridente: - Bom dia, Sr. Born. O dia está lindo, hoje. - Muito me alegro, Sam - falou W. J. Born, azedamente. - Acabo de ter um lindo, um muito lindo pequeno almoço. Sam não soube como deveria receber aquilo, e resolveu a questão com um sorriso amarelo. - Que tal está o mercado Sr. Born? - sugeriu ele, quando o elevador parou no primeiro andar. - Meu primo disse-me que eu deixasse a Divertimento Lunar, ele está estudando para piloto, mas o Jornal diz que as ações dela vão subir. W. J. Born rosnou: - Se eu soubesse, não lhe diria. Você não tem nada a fazer no mercado. Nada, se pensa qu...

Rubens Teixeira Scavone - Especialmente, quando sopra outubro (conto)

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Especialmente, quando sopra outubro Rubens Teixeira Scavone Os próprios pais não sabiam quando os sintomas iniciais apareceram. E o nome sempre fora, desde o começo, "perturbação". Nem o primeiro médico, amigo da família, pela mão de quem Ângela viera ao mundo, nem os especialistas posteriormente chamados, jamais falaram em moléstia ou qualquer outro termo científico. Apenas e tão somente "perturbação", como se o eufemismo pudesse confortar os pais e proteger a menina da contundência de uma designação mais explícita. Cinco ou seis anos após o nascimento de Ângela, o velho médico revolveu as fichas do seu arquivo, teve de contentar-se, nada achando de especial, apenas com as recordações. Como as lembranças eram comuns, não havia outra saída senão aceitar a completa naturalidade do parto de que nascera um bebê rosado e chorão como os outros, recebendo palmadas nas costas e irrompendo para a vida num alarido festivo que reboara pelos corredores como nota álacre ansi...

Karel Capek - Coleção de capas

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Karel Čapek (Malé Svatoňovice, 9 de Janeiro de 1890 – Praga, 25 de Dezembro de 1938), foi um escritor checo. Foi o criador da palavra Robot (a partir de robota, que, em sua lingua e em outras línguas eslavas, pode significar trabalho exercido de forma compulsória. Em 1921, Capek escreveu uma peça de teatro chamada R.U.R., iniciais de "Rossum's Universal Robots". A peça conta a história de um cientista brilhante, chamado Rossum, que desenvolve uma substancia quimica similar ao protoplasma. Ele utiliza essa substancia para construçao de humanoides (robôs), com o intuito de estes sejam obedientes e realizem todo o trabalho físico. Para visualizar a galeria de capa é por aqui: https://plus.google.com/photos/103998711237758699926/albums/5938702114582306273

Bob Shaw - Coleção de Capas

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Conheça a coleção de capas do escritor Irlandês Bob Shaw no google+:  https://plus.google.com/photos/103998711237758699926/albums/5938437082315062049 E também no Pinterest:  http://www.pinterest.com/hermanschmitz/bob-shaw-gallery/ Bob Shaw, nacido Robert Shaw, (31 diciembre 1931-11 febrero 1996) fue un autor de ciencia ficción de Irlanda del Norte, que destacó por su originalidad e ingenio. Ganó el Premio Hugo en 1979 y 1980. Su cuento 'Luz de otros días' fue nominado al premio Hugo en 1967, al igual que su novela 'Los astronautas desiguales' en el año 1987. Shaw nació y se crió en Belfast, el mayor de los tres hijos de un policía. Tomo contacto con la ciencia ficción a los 11 años, cuando leyó un cuento en una edición temprana de Astounding Science-Fiction, la revista. Más tarde describió la experiencia como más significativa y de larga duración que tomar LSD Publicó su primer relato de ciencia -ficción en 1951, seguido por varios otros. Originalmente se...

Arthur C. Clarke - Os Próximos Inquilinos (Conto)

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Os Próximos Inquilinos Arthur C. Clarke — O número de cientistas loucos que desejam conquistar o mundo — disse Harry Puvis olhando pensativamente para seu chope — tem sido vergonhosamente exagerado. Na verdade, só me lembro de ter conhecido um. — Então não pode ter havido muitos outros — comentou Bill Temple ligeiramente sarcástico. — Não é o tipo de coisa fácil de esquecer. — Creio que não — replicou Harry com aquele ar de indiscutível inocência que tanto desconcerta seus críticos. — E, por falar nisto, esse cientista não era realmente louco apesar de não haver dúvidas de que estava partindo para conquistar o mundo. Ou, para ser mais preciso, para deixar que o mundo fosse conquistado. — E por quem? — perguntou George Whitley. — Pelos marcianos? Ou talvez pelos tão nossos conhecidos homenzinhos verdes de Vênus? — Nenhum deles. Estava colaborando com alguém muito mais próximo. Vocês saberão com quem, quando eu lhes disser que ele era um mirmecologista. — Um mirme-o-quê? — perguntou Geor...

A.E. Van Vogt - As Casas de Armas de Isher (Romance)

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AS CASAS DE ARMAS DE ISHER A.E. Van Vogt No ano de 4.784 o universo era inteiramente dominado pelo Império de Isher, governado com poderes absolutos pela bela e jovem Imperatriz Innelda. Mergulhada em jogos e prazeres, a ditadura de Innelda levou Isher à beira de um desastre cósmico. Para evitar a destruição de bilhões de seres humanos espalhados pelas colônias existentes nos outros planetas e luas, surgiram aparentemente do nada cadeias de inquietantes e misteriosas lojas de armas, que traziam na fachada um estranho lema: O direito de comprar armas é o direito de ser livre . Essas lojas protegidas por uma enorme força energética, absolutamente intransponível, faziam parte de uma sociedade secreta de oposição à ditadura, que vendia suas armas aos cidadãos ameaçados.  Leia OnLine aqui:  http://www.slideshare.net/hermanschmitz/as-casas-de-armas-a-e-van-vogt?utm_source=ss&utm_medium=upload&utm_campaign=quick-view ***

Tom Rainbow - Imortalidade (artigo)

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IMORTALIDADE Tom Rainbow Tradução de Ronaldo Sérgio de Biasi “Somos robôs orgânicos sofisticados, controlados por uma molécula de ADN que tem 4 bilhões de anos de idade; todas as nossas ações obedecem ao seu imperativo prebiótico de fazer mais cópias de si mesma.” Uma das razões pelas quais gosto de ler ficção científica é que ela me dá uma ideia de como o mundo vai ser depois que eu morrer. No momento em que escrevo estas linhas, estou para fazer trinta anos, a idade em que, de acordo com a maioria, ocorre a transição do Crescimento, Vitalidade e Vigor para a Decadência, Senilidade e Morte. O Capitão James T. Kirk tinha 34 anos quando comandou a nave estelar Enterprise em sua primeira viagem de cinco anos. Trinta e quatro?! Bolas, ainda não cheguei nem a recruta! Na verdade, ainda não consegui passar no Nível 2 quando jogo Jornada nas Estrelas no fliperama! E a injustiça maior é que provavelmente nunca vou conseguir passar. Meus reflexos estão ficando mais lentos, meus mecanismos de...