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quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Poul Anderson - Os Guardiões do Tempo #Download



Apresentação de Os Guardiões do Tempo

Uma das concepções mais curiosas (e mais populares) da ficção científica são as incursões temporais organizadas. Na trilha aberta genialmente por H. G. Wells com a "máquina do tempo", na qual um viajante se desloca pelo futuro, dando um cunho de autenticidade à experiência - ao contrário das viagens feitas em sonho ou com o uso de forças mentais -, os autores do gênero "aperfeiçoaram" meios de transporte que permitem o livre trânsito entre o presente, o futuro e o passado. Com os progressos da Ciência, não será nenhum exagero acreditar que um dia ela resolva os paradoxos do tempo e, assim, produza uma tecnologia capaz de enviar os homens em qualquer direção temporal. A ficção científica apenas se antecipa de alguns milênios a essa probabilidade. Afinal de contas, sabemos que certas partículas subatômicas se comportam como se rumassem do presente para o passado.
 

Mas, quando o homem puder viajar livremente para qualquer época, hão de se oferecer problemas extremamente delicados, e um deles é que alguém, por deliberação ou inadvertência, possa alterar a História. Nem todos se contentarão em desfrutar da paisagem primitiva ou em assistir, sem participação alguma, a certos acontecimentos que mudaram os destinos da humanidade. Para isso, pensa Poul Anderson, será preciso criar a Patrulha do Tempo, homens treinados com absoluto rigor e que devem estar sobretudo atentos aos "clandestinos" das viagens temporais.
 

Em Os Guardiões do Tempo somos colocados diante de algumas situações típicas que a Patrulha deve enfrentar. Entre suas decisões podem figurar algumas terrivelmente drásticas, como eliminar povos e civilizações inteiras que surgiram de uma distorção criminosa da História. Se bem que, em certos casos, haja meios de corrigir "anomalias" resultantes de decisões anti-regulamentares. 
No conto que abre o volume, Anderson nos dá ideia de como e por que se formou essa misteriosa vigilância, explicando-nos engenhosamente suas principais coordenadas. Esse conto, "A Patrulha do Tempo", figura constantemente entre os clássicos desse ramo temático e foi mesmo incluído por Hubert Juin nos 20 Meilleurs Récits de Science Fiction, ao lado, entre outros, de Jorge Luis Borges, Dino Buzzati, Howard Fast, Júlio Cortázar e Ray Bradbury.
 

Outro conto famoso de Poul Anderson que aparece em Os Guardiões do Tempo é "Delenda Est" - brilhante incursão histórica que tem por fulcro uma tentativa de mudar o resultado da guerra entre Roma e Cartago. Quase o mesmo se pode dizer de "A Glória de Ser Rei" e de "A Única Diversão na Cidade" ("As Quedas de Gibraltar" é de feitura mais recente, 1975), nos quais mais uma vez se superpõem dois terrenos, a Física e a História, em que Poul Anderson se move como peixe na água.
 

Para os leitores da coleção "Mundos da Ficção Científica", que já o conhecem de O Viajante das Estrelas e de Tau Zero, este Os Guardiões do Tempo, com sua leitura excitante, servirá para tornar mais conhecido um autor de obra numerosa, mas de consistente elaboração, que nos Estados Unidos os aficionados elegeram como o mais popular, vale dizer, o mais lido do gênero.

FAUSTO CUNHA


Leia On Line aqui: http://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/29637565 

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Poul Anderson Apresentado por Isaac Asimov



Poul Anderson Apresentado por Isaac Asimov

Aquí está Poul, uno de los escritores de ciencia ficción de más alto rango, y que se encuentra por delante de mí en el orden alfabético. No pensarían que iba a faltar, ¿verdad? Poul es el único escritor incluido en los cinco primeros volúmenes de Los Premios Hugo. Tiene un relato en cada uno de ellos. Y ahora otro en el volumen 7 (sólo ha faltado una vez). Lo cual le otorga seis apariciones, y lo empareja con Harlan Ellison. Y si desean atisbar en el futuro, puedo asegurarles que Poul estará también en el próximo volumen.

Poul es un prolífico escritor que lleva una actividad continua de casi cuarenta años, y se ha ganado bien sus premios, pese a lo cual siempre he tenido la impresión de que no se le valora como es debido. En realidad, opino que se trata del autor con más calidad literaria en este campo, pero que, al mismo tiempo, es el menos valorado.

A veces, especulo acerca del motivo de este hecho.

Puede ser cuestión de carisma. Me acuerdo de un escritor de categoría, de ciencia ficción (no Poul), que una vez me dijo con amargura que estaba decidido a abandonar este campo porque no era lo bastante apreciado.

-Escribir bien no es suficiente -alegó-. Hay que formar un espectáculo. Si quisiera convertirme en un payaso, como tú y Harlan hacéis, y realizase cabriolas en las convenciones y anduviera detrás de las chicas, le gritara a la gente o volcara carretillas, por ejemplo, todos se fijarían en mí y decidirían que mis libros son buenos. Pero me ignoran porque me comporto como una persona sosegada y civilizada.

Bien, tal vez tenga razón. Desde luego, Poul se cuenta entre los individuos más civilizados que conozco. Es extremadamente tranquilo, habla en voz baja y, por lo que sé, jamás ha ofendido a nadie, puesto que se muestra cortés, considerado y previsor al máximo. Su recompensa es que la gente tiende a mirarle bien, lo cual es perfecto.

Por supuesto, debo defender a los carismáticos. Ni por un segundo pienso que Harlan, por ejemplo, se comporte como lo hace con la intención calculada de llamar la atención y vender libros. Yo sé que no lo hago.

Cuando Harlan pierde los estribos y suelta una serie de invectivas de color subido, es porque no puede remediarlo. A veces, se perjudica de esta manera, y no reaccionaría así de saber cómo no hacerlo. En cuanto a mí, cuando beso a las chicas no es porque crea que una reputación de «adorable libertino» (poseo una placa que me entregaron en una convención con esa frase, como la razón de obtenerla) prestará más color a mis historias, realmente sin colorido. Lo hago porque me encanta besar a las chicas.

Si Harlan o yo nos viésemos obligados a asistir a una convención, o a cualquier asamblea, y actuar queda y civilizadamente, es posible que explotásemos por combustión interna. Por otra parte, creo que ni las amenazas de una tortura inminente podrían obligar a Poul Anderson a cometer algunas de las tonterías que Harlan y yo solemos cometer.

Es así..., pero no te preocupes, Poul, tú posees más Hugos que yo, y todos te queremos también.

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Tirado da antologia Los Premios hugo 1978-1979
Introdução e Notas de Isaac Asimov
Introdução ao Conto La Luna del Cazador, de Poul Anderson

Título original: The Hugo Winners
Traducción: M. Giménez Sales y Francisco Blanco
©1980 por Doubleday and Company
© Ediciones Martínez Roca. S. A.
Gran vía 774 - Barcelona

Poul Anderson — Galeria de Capas


Galeria de Capas aqui: https://plus.google.com/photos/103998711237758699926/albums/5963190723940848737

No Pinterest: http://www.pinterest.com/hermanschmitz/poul-anderson-galeria-de-capas/


Poul William Anderson (Bristol, Pensilvânia, 25 de Novembro de 1926 – Orlinda, Califórnia, 31 de Julho de 2001) foi um escritor norte-americano da Era Dourada da ficção científica. Alguns dos seus primeiros contos foram publicados sob o pseudónimo de A. A. Craig, Michael Karageorge, e Winston P. Sanders. Foi, ainda, autor de diversas obras que se podem classificar como literatura fantástica, como na série King of Ys.

Filho de pais de origem dinamarquesa, formou-se em Física na Universidade de Minnesota, em 1948. Casou-se com Karen Kruse em 1953, de quem teve uma filha, Astrid (casada com o escritor de ficção científica Greg Bear).

Começou a escrever ficção científica em 1937, enquanto estava convalescente de uma doença. O seu primeiro conto, publicado na revista Astounding em Setembro de 1944, foi A matter of relativity. Em 1947 publicou a sua primeira obra de envergadura: Tomorrow's children na mesma revista, mês de Março, com apenas 20 anos.

Em 1972 tornou-se o sexto presidente dos Escritores de Ficção Científica e Fantasia da América.

Foi também membro da "Swordsmen and Sorcerers' Guild of America", um grupo que unia em si várias correntes de autores, fundado na década de 1960 e cujas obras foram objecto de uma antologia organizada por Lin Carter (Flashing Swords!).

Foi, igualamente, membro da Society for Creative Anachronism.

Faleceu devido a uma forma rara de cancro da próstata.


Wikipedia

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Isaac Asimov - A Nave das Sombras (Antologia de Contos)


A Nave das Sombras, coletânea de contos de Ficção Científica vencedoras do prêmio Hugo, o Oscar da FC, e comentadas por Issac Asimov.

Com histórias de Fritz Leiber, Theodore Sturgeon, Poul Anderson e Larry Niven — todos grandes nomes.

Scan da série argonauta 395, bem melhor de ler no computador que no livro em papel.

Leia agora no SlideShare A Nave das Sombras http://www.slideshare.net/hermanschmitz/a-navedassombras-the-hugo-winers-ed-issac-asimov




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